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Prefeitura de Juazeiro e ADAB firmam parceria para fortalecer vacinação contra brucelose e tuberculose animal

A Prefeitura de Juazeiro, através da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária (ADEAP) firmou uma parceria com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) para fortalecer a vacinação contra a tuberculose e brucelose animal no município. O titular da pasta, Carlos Neiva, abriu os trabalhos falando da necessidade de entender o papel da Instituição, para que sejam efetivados futuros projetos voltados para o município.

“Essa é mais uma das importantes agendas que cumprimos desde o começo da gestão Suzana Ramos. A ADAB é uma instituição muito séria e ativa que, assim como nós, também entende a necessidade de um trabalho parceiro. Um novo tempo de trabalho começou e com certeza faremos o melhor por Juazeiro e região”, disse.

Com a missão de garantir a defesa sanitária no Estado da Bahia, uma das grandes preocupações da Agência, atualmente, refere-se à taxa de vacinação da Tuberculose e Brucelose, que está parada no território. De acordo com Luciana Ávila, coordenadora dos programas de Erradicação e Controle da Tuberculose e Brucelose Bovina, a Bahia, pela situação sanitária da Brucelose, deveria ter uma vacinação mínima de 80%, uma realidade de outras regiões do Estado. Em Juazeiro, entretanto, quando se fala em distribuição de território, essa vacinação está em 10%.

“Da vacinação de Brucelose na Bahia inteira, Juazeiro, em específico, está com 8%. É muito boa essa discussão com vocês, porque a gente tá entendendo particularidades locais, pra se pensar em algum plano de ação. Esse programa de Brucelose é um programa de vacinação obrigatória”, explica Luciana.

Vacinação

A vacinação da brucelose não está sendo trabalhada em campanha na região. Existe um banco de dados que determina que a cada 6 meses, o produtor deve declarar pelo menos uma vacinação de brucelose, ou seja, é necessário que os animais sejam vacinados duas vezes por ano, com a ressalva de que apenas bezerras entre 3 e 8 meses devem ser vacinadas.

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Texto: Milena Pacheco – Ascom/AMA/PMJ

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